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Isis Valverde apoia campanha de divulgação da doença celíaca e fala da sua restrição alimentar

Com a estreia de “Amores roubados”, Isis Valverde voltou ao topo da lista de celebridades mais comentadas na mídia. Na minissérie, a mineira exibe sua boa forma em cenas sensuais ao lado de Cauã Reymond. Mais magra após descobrir intolerância ao glúten, a atriz falou à revista “Mundo Verde” sobre a mudança na alimentação e como mantém o físico.

 

A doença celíaca faz com que as paredes do intestino percam, aos poucos, a capacidade de absorção dos nutrientes dos alimentos e até mesmo de remédios. Segundo especialistas, este tipo de intolerância atinge cerca de 1% da população. Além de Isis, fazem parte desse grupo Miley Cyrus, Chelsea Clinton – filha de Bill e Hilary Clinton – e as atrizes Emmy Rossum e Jennifer Esposito.

 

 

 “Eu tinha 19 anos quando a doença ‘acordou’. Passei muito mal e ninguém descobria o que era. Fazia exames e mais exames. Chegaram a dizer que eu tinha anemia, mas não era isso. Meu cabelo caía, era uma loucura. Em um mês, cheguei a pesar 45 quilos. Passava muito mal, porque o glúten irritava todo o ‘caminho’ da comida em meu corpo”, contou Isis à publicação.

 

Desde então, a atriz passou a seguir uma dieta especial. “Não faço nenhum sacrifício. Só excluí o glúten. Como de tudo: macarrão, panqueca, bolo… Mas tudo sem glúten. Com a intolerância, você só tem que parar de ingerir o glúten, não precisa ter uma dieta específica”, disse. “Como de tudo. Tudo! Até brigadeiro à noite (risos). Fiquei sem malhar por dois meses e não engordei nem um pouco. Mas minha mãe é uma ‘palita’ também e come que nem uma doida (risos)”, comentou ela, que logo após mudar a alimentação sentiu a diferença.

 

“Não tenho mais dor no estômago nem refluxo, meu intestino funciona normalmente. Meu cabelo parou de cair. Tudo melhorou quando descobri que era celíaca e cortei o glúten da minha alimentação. Porque a reação quando você come glúten e tem alergia é só quando a doença ‘acorda’, porque ela fica latente por um bom tempo e pode até nunca ‘acordar’. Depende da pessoa”.

Fonte: http://ego.globo.com







Lei determina cardápio especial para alunos com restrições

 

Estudante que necessite de atenção nutricional diferenciada, em virtude de uma condição específica, tem direito ao cardápio especial.

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (29), a alteração da Lei n° 11.947, que determina o provimento de alimentação escolar adequada aos alunos portadores de estado ou condição de saúde específica.

 

Dessa forma, fica estabelecido que os estudantes que necessitem de atenção individualizada, em virtude de uma condição específica, a instituição de ensino a qual ele frequenta, deverá elaborar um cardápio especial com base nas recomendações médicas e nutricionais, uma vez que este aluno tenha passado por avaliação nutricional e receba encaminhamento de demanda nutricional diferenciada.

 

Manual de orientação alimentar

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), tem à disposição para as instituições de ensino, um Manual de Orientação sobre a alimentação escolar para pessoas com Diabetes, Hipertensão, Doença Celíaca, Fenilcetonúria e Intolerância à Lactose, que tem por objetivo oferecer informações que auxiliem suas ações no desenvolvimento e operacionalização das atividades inerentes ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), quando relacionado ao fornecimento de alimentação escolar àqueles que tem doenças crônicas como diabetes, hipertensão, doença celíaca, fenilcetonúria e intolerância à lactose.





A doença que não vende remédio

Todo mundo sabe dos efeitos danosos do cigarro, do álcool e das drogas em geral. Mas há uma doença escondida cuja causa e efeitos pouca gente conhece. Pelo menos no Brasil. É provocada pelo glúten e seus efeitos são terríveis para quem tem DSG (Doença por Sensibilidade ao Glúten).

 A mais conhecida das DSGs é a doença celíaca, mas há também a dermatite herpetiforme e outras mais raras. Os médicos envolvidos com essa questão alertam que é pouco ensinada nas escolas de medicina brasileiras e nem todos os médicos sabem diagnosticá-la. O glúten é uma proteína presente em cinco cereais: trigo, aveia, centeio, cevada e malte – que é um subproduto da cevada.

 

Todos os anos vemos campanhas para a prevenção do AVC, diabetes, câncer, controle da pressão arterial. Mas da doença celíaca ninguém fala. É inevitável questionar o motivo de tamanho descaso, especialmente por parte das autoridades de saúde. A DSG não tem cura e não é tratada com remédios. O tratamento para o celíaco é ficar longe do glúten, não consumi-lo.

 

Não é preciso ter a inteligência do Einstein para saber que, se não vende remédio, nenhum laboratório da poderosa indústria farmacêutica irá pesquisá-la. A doença celíaca não gira a roda da economia, não impulsiona o comércio de medicamentos, não gera impostos.

 

Em países desenvolvidos os celíacos já alcançaram avanços consideráveis, principalmente na Europa. Na Itália, os refeitórios públicos, como escolas e hospitais, são obrigados a oferecer a opção sem glúten. Alguns governos concedem incentivos fiscais para quem precisa dessa alimentação, já que os produtos sem glúten em geral são mais caros. Na Inglaterra, as gôndolas dos supermercados disponibilizam uma profusão de opções sem glúten, que não devem nada em sabor e qualidade aos produtos tradicionais feitos com trigo. Por aqui, as ofertas ainda são raras e caras.

 

O pior de tudo é que a maioria dos celíacos brasileiros nem imagina que a doença existe. Ela pode se manifestar com sintomas clássicos, com sintomas raros e até sem sintomas. O prejuízo é o mesmo, com ou sem sintomas. As doenças decorrentes podem ser várias, caso o celíaco continue a ingerir glúten: diabete, câncer, doenças nos rins e na tireoide, entre outras.

 

Como é pouco conhecida e difícil de ser diagnosticada, alguns pacientes vão peregrinando de especialista em especialista, sem descobrir ao certo o que têm. Alguns chegam a ser encaminhados a psiquiatras, sugerindo-se que estão com “depressão”, já que não se encontra a causa real do seu problema.     No Brasil a prevalência da doença é no Sul e no Sudeste, regiões colonizadas por europeus do Norte, onde há maior incidência.

 

É importante destacar que toda pessoa tem direito de fazer o exame para saber se é celíaca em hospitais públicos, garantido pelo Protocolo do SUS. Se tiver dificuldades, pode fazer uma reclamação/denúncia no telefone 136, do Ministério da Saúde.

Com relação ao descaso com que é tratada a doença celíaca no Brasil, torna-se oportuno citar a frase certeira da jornalista e escritora Sônia Hirsch: “A saúde é subversiva porque não dá lucro a ninguém”!

Fonte: http://www.fenacelbra.com.br

Débora Fajardo – Jornalista






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Doença Celíaca - Rede Globo

Doença Celíaca no SBT Reporter

Celíacos Jornal hoje

 

Dieta celíaca - Rede Record

Doença Celíaca no Jornal do Almoço

Doença Celíaca no Fantástico


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